Eu sumi!

Neste último ano, sumi daqui. Abandonei o blog para me dedicar à loja virtual e outras coisas mais. Pois é, agora tive que atualizar o software da loja e, para meu desespero, tenho que fazer tudo de novo. Recomeçar a loja do zero, por lado é bom mas por outro é um caos total!!!

O bom de recomeçar do zero, é a possibilidade de fazer mudanças que, uma vez pronta a loja, da uma grande preguiça de fazer. O ruim é ter que refazer o cadastro de todos os produtos, os que já estavam e os novos. Só de pensar, já fico com uma preguiça monstruosa. Mas é necessário.

Além da loja, me dediquei a outros trabalhos manuais. Costurei, bordei, tricotei e crochetei. Encontrei uma forma de descansar das louças, das tintas e do forno. Mas, definitivamente, nem que me paguem muito bem me meto a fazer um casaco de tricô. Demora demais, cansa demais, é chato demais! Os cachecóis são rápidos e fáceis, até as golas são tranquilas de fazer…mas casaco nunca mais!!!

Agora, estou em um novo momento. Além de refazer a loja, estou bordando uma toalha de mesa para minha mãe: vagonite na veia!!! Vagonite faço rápido, quero dizer, qualquer uma que saiba, faz rápido. Mas essa toalha está virando obra de igreja, estou fazendo meio devagar(o calor não está ajudando), sei lá por que.

Ficou tudo ao meu critério, ela só escolheu a cor da toalha: etamine vermelha! Toalha vermelha é muito legal e super difícil de se ver por aí. Escolhi um desenho não muito complexo(nada de rodear a toalha toda!), uma barra simples mas bonita que estou fazendo com linha branca. O interessante é que não estou usando uma linha especial nem nada…peguei a linha de crochê Cléa e estamos nos dando muito bem. Ok, sei que não é a linha adequada, mas era a que estava mais a mão. rs

Às vezes, me sinto um pouco E.T. porque não tenho amigas que façam esses trabalhos manuais como eu. Quando quero trocar figurinha, tirar dúvidas, tenho que recorrer a amiga da minha mãe. Talvez seja por isso que dizem que tenho uma alma velha. Mas, enfim, faço o gosto, como gosto.

A loja está fora do ar, mas não é por isso que vocês precisam ficar alheios a algumas coisinhas que andei inventando. O link está logo a seguir:

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Tem coisas antigas, mas também tem coisas novas. Espero que gostem e, qualquer dúvida, é só me perguntar que ensino a fazer as cerâmicas.

Bjks e até a próxima!

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Meu encontro com a porcelana

Depois de anos brincando de desenhar, cursar na faculdade um curso “tudo a ver” com isso, resolvi aprender outras técnicas. Foi então que conheci o maravilhoso mundo da porcelana e da cerâmica.

Apaixonei-me! Tudo tão lindo, delicado, um mar branco pronto para receber cores e desenhos que realcem toda a beleza da peça. É óbvio que, depois de conhecer esse mundo, você não quer deixá-lo.

Começou Assim…

Uma idéia de criança que hoje coloco em prática.

Quando da infância, começamos a descobrir o mundo e tudo o que nos cerca é uma novidade que nos influencia para o resto da vida. Os exemplos na família nos dão milhares de idéias. Toda criança já quis ser astronauta, piloto, professor, escritor, artista…e por aí vai. Comigo não foi muito diferente.

Comecei a aprender a desenhar(falo de desenhar de verdade e não aqueles rabiscos que tentamos decifrar) cedo, aos 7 ou 8 anos. Um dia chuvoso, feio mesmo, quando estava passando férias no sítio da minha avó. Acho que nada é pior para uma criança que ter um espaço enorme para brincar, correr, pular e não poder fazer nada. Pois bem, já sem saber o que inventar para nos distrair, minha avó e minha tia(ambas pintoras) resolveram desenhar. Já preparada para a atividade, que parecia enfadonha, comecei. Não era um desenho qualquer, eu tinha que reproduzir os vasos da estante! Confesso que os primeiros ficaram bem tortos, mas com a prática, foram ficando simétricos e o que eu achei que poderia deixar a minha tarde mais chata do que já estava, fez o tempo voar.

Assim foi. Todos os dias eu queria desenhar, e sorvia todo aquele conhecimento como néctar dos deuses. Sempre que estava lá, arrumava alguma coisa para desenhar. Tudo foi ficando mais bonito, passei a olhar para tudo com outros olhos, sempre procurando um bom ângulo, a luz mais bonita, a sombra mais gostosa para me acomodar. O amor foi crescendo, descobri que além da música e da dança, também gostava de pinturas. E como me deixava(deixa) feliz. Descobri o quanto gostava das cores, mas também, o quanto gostava de um desenho em preto e branco.

Olá, mundo!

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